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Com onze luzes LED próximas de infra-vermelhos, os óculos emitem um brilho invisível a olho nu, mas quando captado por câmaras como as dos Google Glass, impedem a tecnologia de nos reconhecer pelas nossas feições.

De momento, este modelo, com preço de 1.500 dólares (cerca de 1.150 euros) foi disponibilizado a apenas duas mil pessoas, mas será divulgado ao grande público mais tarde este ano, de acordo com o Daily Mail.

O modelo levantou preocupações por incluir uma câmara que não acende nenhuma luz nem emite som, pelo que pode captar fotos ou vídeos sem que os outros se apercebam.

Para já, esta tecnologia «anti Google Glass» só funciona perante câmaras sensíveis a infra-vermelhos.

Mas o investigador-chefe Isao Echizen, do Instituto Nacional de Informática do Japão, disse que estão a trabalhar em material reflector que terá o mesmo efeito e obstruirá menos.

«A luz quase infra-vermelha destas LED não pode ser vista pelo olho humano, mas quando passa pelo dispositivo de imagem das câmaras aparece brilhante», explicou.

Usar óculos escuros não é suficiente para impedir os Google Glass de nos identificar, pois detectam feições do nariz e de outras partes, de forma que cobrir apenas os olhos é irrelevante, apontou o investigador.

Uma aplicação «porn» para os Google Glass foi imediatamente banida, depois de produtores da indústria pornográfica terem manifestado interesse em explorar as suas possibilidades em cenas de filmes vistas a partir dos olhos dos intervenientes.

Donos de cafés nos EUA decidiram banir a utilização da tecnologia nas suas instalações em respeito pela privacidade dos clientes.

E também os donos de casas de strip, de cinemas e de casinos impedem os frequentadores de usarem os óculos, da mesma forma que impedem qualquer um de usar uma câmara ou uma máquina fotográfica naqueles estabelecimentos, segundo o MailOnline.

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Pela primeira vez, a superfície de Mercúrio foi mapeada. A Nasa, agência espacial americana, divulgou um vídeo que mostra o planeta a partir de imagens coletadas pela sonda espacial Messenger.

Observações detalhadas da crosta do planeta estão em andamento desde que começou a missão Messenger. A sonda partiu em direção ao planeta em 3 de agosto de 2004. Desde então, ela fica entre a Terra, a Lua e Mercúrio, num complexo movimento que a impede de ser atraída pelo campo gravitacional do Sol. O objetivo é registrar dados que ajudem a entender a composição e a formação do planeta.

Atualmente, a sonda está em uma missão de um ano em torno de Mercúrio. Messenger orbita o planeta uma vez a cada 12 horas e preenche lacunas visuais deixadas pela última sonda a estar no planeta, a Mariner 10.

Messenger tem dois painéis solares para alimentação e um guarda-sol para mantê-lo fresco o suficiente para operar. Quando a missão terminar, a sonda vai cair na superfície do planeta.

Antes da missão Messenger, grande parte da superfície de Mercúrio era desconhecida. Isso porque o planeta era considerado distante demais para os telescópios terrestres observarem seus detalhes.

O vídeo é uma compilação de milhares de imagens de Mercúrio renderizadas em cores exageradas para contrastar melhor as diferentes características da superfície. Veja abaixo:
Por Info
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De vez em quando, aqui no Mega Curioso, trazemos para você, caro leitor, listinhas de animais capazes de assustar até os mais valentões. Assim, depois de alguns bichinhos que parecem inofensivos, mas que podem ser mortais, vespas bizarras e uma série de outras criaturas pra lá de esquisitas, decidimos postar uma matéria sobre alguns dos insetos mais sinistros do planeta. Confira:

1 – Bicho-barbeiro


Fonte da imagem: Reprodução/LISTVERSE

Pertencente à espécie Triatoma infestans, esse temido inseto transmite o protozoário Trypanosoma cruzi, causador da Doença de Chagas, que é crônica e, se não for tratada, pode ser fatal. Os sintomas variam de acordo com o estágio da infecção — agudo ou crônico —, mas costumam progredir de inchaço e vermelhidão no local da picada, febre e mal-estar a insuficiência cardíaca, danos graves ao fígado, baço, intestino, pulmão e cérebro.

As pessoas infectadas podem demorar mais de 20 anos para começar a apresentar os sintomas crônicos e, apesar de o acompanhamento médico prolongar a expectativa de vida, a doença frequentemente é fatal. Embora existam algumas terapias experimentais, os medicamentos utilizados atualmente muitas vezes são ineficientes e provocam inúmeros efeitos colaterais.

2 – Mosca tsé-tsé


Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia

Conhecida por transmitir a Doença do Sono, a Glossina palpalis — nome científico dessa mosca do mal —, assim como o bicho-barbeiro, também é portadora de um protozoário (o Trypanosoma brucei) responsável por desencadear a enfermidade. Os sintomas da fase inicial incluem febre, dores musculares, perda de peso, anemia e tremores. Mais tarde aparecem os sintomas neurológicos, como convulsões, apatia e sonolência, progredindo para o coma.

Embora exista tratamento para a doença na fase inicial, os infectados — em sua maioria muito pobres e sem qualquer acesso a cuidados médicos — costumam morrer entre 6 meses e 6 anos depois do contágio. Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde, existem entre 50 e 70 mil pessoas infectadas na África.

3 – Abelha africanizada



Fonte da imagem: Reprodução/CRACKED

Também conhecida como abelha-assassina, a espécie acima é uma criação brasileira, resultado do cruzamento entre abelhas africanas e europeias, diferindo dessas últimas unicamente pelo seu comportamento superagressivo. As abelhas africanizadas “nasceram” na década de 50, depois que uma espécie originária da Tanzânia foi introduzida no país para incrementar a produção de mel.

No entanto, algumas escaparam acidentalmente, cruzando com abelhas domésticas e se espalhando por todo o continente. Esses híbridos assassinos atacam muito rapidamente, em grandes quantidades, e são capazes de perseguir suas vítimas a até 900 metros de suas colmeias, sendo responsáveis pela morte de um número crescente de pessoas todos os anos, principalmente na América do Norte.

4 – Mosquito Anopheles


Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia

Considerados como os animais mais letais do mundo, os Anopheles são responsáveis por provocar a morte de mais de 1 milhão de pessoas por ano. Esse pequeno mosquito é o famoso causador da malária, e pode ser encontrado nas regiões tropicais e subtropicais de todo o mundo, incluindo o Brasil, obviamente — ou seria melhor dizer: infelizmente!

A malária é transmitida pelas fêmeas do Anopheles, que são portadoras de um protozoário que provoca a doença. Nos estágios iniciais, os sintomas incluem cansaço, febre, dores de cabeça e náusea, mas depois de alguns dias ocorre a destruição em massa das hemácias. Os sintomas mais severos incluem delírios, convulsões, choque circulatório, edema pulmonar, inchaço do baço e do fígado, fraqueza e problemas renais.

5 – Pulga


Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia

Apesar de pequeninas e de algumas vezes infestar os coitados dos nossos bichinhos de estimação, as pulgas também são responsáveis por provocar a peste bubônica, transmitindo a bactéria Yersinia pestis de ratos contaminados aos humanos. O problema é que esses insetos podem espalhar o microrganismo rapidamente, infectando animais e pessoas através de suas picadas.

Caso você não saiba, foi a peste bubônica que provocou a morte de um terço de toda a população europeia durante a Idade Media — a famosa Peste Negra, lembra? —, e até hoje ocorrem surtos em algumas partes isoladas do mundo. Entre os sintomas mais comuns estão a febre alta, dores musculares, convulsões, gangrena periférica, insuficiência respiratória e manchas escuras pela pele, podendo resultar na morte da pessoa infectada.

6 – Gafanhoto


Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia

Apesar de não provocar a morte de humanos diretamente, esta incrível máquina de devorar plantas pode, indiretamente, causar muitos, muitos problemas, principalmente para as nações mais pobres. Os gafanhotos são responsáveis por devorar milhares de acres de plantações todos os anos, já que um único ataque pode resultar em toda uma área de cultivo completamente destruída.

Se você duvida do poder desses insetos, basta uma breve pesquisa para comprovar alguns ataques devastadores que já ocorreram em várias partes do mundo. Isso sem contar a “menção bíblica” que eles receberam, aparecendo em oitavo lugar entre as dez pragas que assolaram o antigo Egito!

Fonte: LISTVERSE CRACKED Via MegaCurioso
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