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Luiz Felipe Scolari convocou 20 jogadores para o amistoso da seleção brasileira contra a Suíça, dia 14 de agosto, na Basileia. A novidade é o lateral-esquerdo Maxwell, do Paris Saint-Germain, único convocado que não esteve no grupo campeão da Copa das Confederações em junho. Dos 23 que participaram da campanha, quatro foram excluídos: Diego Cavalieri, Filipe Luís, Réver e Jadson.
A viagem dos jogadores que atuam no Brasil para a Suíça será no dia 11 de agosto, domingo. A seleção treina na terça-feira no Estádio Jakob Park, às 16h15 (11h15 de Brasília). A partida acontece na quarta-feira, dia 14, às 20h45 (15h45 de Brasília), no Estádio Jakob Park.
Veja a lista de convocados:
Goleiros:
Julio Cesar - Queens Park Rangers
Jefferson - Botafogo
Zagueiros:
Thiago Silva - Paris Saint Germain
David Luiz - Chelsea
Dante - Bayern de Munique
Laterais:
Daniel Alves - Barcelona
Jean - Fluminense
Marcelo - Real Madrid
Maxwell - Paris Saint Germain
Meio-campistas:
Fernando - Shakhtar Donetsk
Hernanes - Lazio
Luiz Gustavo - Bayern de Munique
Paulinho - Tottenham Hotspur
Meia atacantes/ atacantes:
Oscar - Chelsea
Jô - Atlético Mineiro
Lucas - Paris Saint Germain
Hulk - Zenit
Bernard - Atlético Mineiro
Fred - Fluminense
Neymar - Barcelona
A viagem dos jogadores que atuam no Brasil para a Suíça será no dia 11 de agosto, domingo. A seleção treina na terça-feira no Estádio Jakob Park, às 16h15 (11h15 de Brasília). A partida acontece na quarta-feira, dia 14, às 20h45 (15h45 de Brasília), no Estádio Jakob Park.
Veja a lista de convocados:
Goleiros:
Julio Cesar - Queens Park Rangers
Jefferson - Botafogo
Zagueiros:
Thiago Silva - Paris Saint Germain
David Luiz - Chelsea
Dante - Bayern de Munique
Laterais:
Daniel Alves - Barcelona
Jean - Fluminense
Marcelo - Real Madrid
Maxwell - Paris Saint Germain
Meio-campistas:
Fernando - Shakhtar Donetsk
Hernanes - Lazio
Luiz Gustavo - Bayern de Munique
Paulinho - Tottenham Hotspur
Meia atacantes/ atacantes:
Oscar - Chelsea
Jô - Atlético Mineiro
Lucas - Paris Saint Germain
Hulk - Zenit
Bernard - Atlético Mineiro
Fred - Fluminense
Neymar - Barcelona
Destaque - Futebol - News
Com lágrimas nos olhos, Ronaldinho Gaúcho não se conteve ao fim das cobranças de pênalti que levaram o Atlético-MG ao inédito título da Copa Libertadores. Em tom de desabafo, o meia-atacante rebateu os críticos e disse ter dado a volta por cima no time dos "renegados" ao faturar o troféu que ainda não tinha em sua vitoriosa carreira.
"Era o que faltava para mim. Todos diziam que eu estava acabado. Voltei para o Brasil para isso. Diziam que éramos um time de renegados. Agora quero ver falarem isso da gente...", declarou Ronaldinho. "Passa um filme na cabeça, muita coisa, voltei para o Brasil para conquistar o que não tinha conquistado. E quando a gente conquista dá uma sensação de trabalho realizado".

Ronaldinho exaltou a parceria com Jô, que se sagrou artilheiro da Libertadores, com sete gols. "Há pouco tempo, diziam que o Jô estava acabado. O Jô voltou à seleção, foi campeão, artilheiro agora. Está mostrando que nem sempre é o atleta que está errado. Muitas coisas extra-campo fazem com que o jogador não consiga mostrar tudo que pode dentro de campo", afirmou, referindo-se aos problemas de disciplina que tiraram o atacante do Internacional. Após ser dispensado, Jô foi contratado pelo Atlético.
Ronaldinho dedicou ainda o sonhado título da Libertadores à torcida que lotou o Mineirão nesta noite. "No momento mais difícil da minha vida, essa torcida me abraçou. É a maior alegria dar este título a eles", disse o meia, cuja mãe enfrentou problemas de saúde nos últimos meses".
O meia-atacante é um dos jogadores mais vitoriosos da história do futebol brasileiro. Conquistou os principais títulos europeus incluindo a Liga dos Campeões, se sagrou campeão mundial junto com seleção brasileira em 2002 e foi eleito o melhor do mundo duas vezes (2004 e 2005).
"Era o que faltava para mim. Todos diziam que eu estava acabado. Voltei para o Brasil para isso. Diziam que éramos um time de renegados. Agora quero ver falarem isso da gente...", declarou Ronaldinho. "Passa um filme na cabeça, muita coisa, voltei para o Brasil para conquistar o que não tinha conquistado. E quando a gente conquista dá uma sensação de trabalho realizado".
Ronaldinho exaltou a parceria com Jô, que se sagrou artilheiro da Libertadores, com sete gols. "Há pouco tempo, diziam que o Jô estava acabado. O Jô voltou à seleção, foi campeão, artilheiro agora. Está mostrando que nem sempre é o atleta que está errado. Muitas coisas extra-campo fazem com que o jogador não consiga mostrar tudo que pode dentro de campo", afirmou, referindo-se aos problemas de disciplina que tiraram o atacante do Internacional. Após ser dispensado, Jô foi contratado pelo Atlético.
Ronaldinho dedicou ainda o sonhado título da Libertadores à torcida que lotou o Mineirão nesta noite. "No momento mais difícil da minha vida, essa torcida me abraçou. É a maior alegria dar este título a eles", disse o meia, cuja mãe enfrentou problemas de saúde nos últimos meses".
O meia-atacante é um dos jogadores mais vitoriosos da história do futebol brasileiro. Conquistou os principais títulos europeus incluindo a Liga dos Campeões, se sagrou campeão mundial junto com seleção brasileira em 2002 e foi eleito o melhor do mundo duas vezes (2004 e 2005).
Destaque - Futebol - News
Com um golaço de pé esquerdo e mais uma bela atuação, Neymar festejou um fim perfeito de Copa das Confederações, nesta noite de domingo, no Maracanã. O novo astro do Barcelona foi eleito o melhor jogador da final diante da Espanha e, por tabela, o grande craque da competição.
Eleito o melhor jogador também dos três jogos que a seleção fez na fase de grupos da competição, Neymar só não ficou com essa honraria pessoal na semifinal diante do Uruguai, quando o goleiro Julio Cesar foi eleito o melhor jogador em campo.
Desta forma, ele fechou a Copa das Confederações com a Bola de Ouro do torneio, enquanto a Bola de Prata ficou com Iniesta, seu futuro parceiro de Barcelona. Já a Bola de Bronze foi dada a Paulinho, volante do Corinthians que também fez uma excelente competição, na qual marcou o gol que deu a classificação do Brasil para a final na vitória por 2 a 1 sobre o Uruguai.
Dominada pelo Brasil na final deste domingo, a Espanha teve como outro "prêmio de consolação", além da Bola de Prata dada a Iniesta, a Chuteira de Ouro concedida ao espanhol Fernando Torres. Ele terminou a competição como artilheiro, com cinco gols, mesmo número atingido por Fred, que ficou com a Bola de Prata.
Pelo regulamento da competição, quando há empate no número de gols marcados entre dois jogadores, o primeiro critério de desempate é o número de assistências. Torres e o jogador do Fluminense também ficaram empatados neste quesito, com um passe feito por cada um que resultou em gols. Desta forma, a eleição da Chuteira de Ouro foi definida por meio do terceiro critério de desempate, que é o menor número de minutos em campo. Este critério deu vantagem ao espanhol, que jogou 273, contra 423 de Fred.
Já Neymar ficou com a Chuteira de Bronze ao fechar a Copa das Confederações com quatro gols, mesmo número atingido por Abel Hernandez, mas o brasileiro fez duas assistências, contra apenas uma do uruguaio.
Na retomada com a camisa da Seleção Brasileira, Julio Cesar foi eleito o melhor goleiro da Copa das Confederações. Já a Espanha ficou ainda com o prêmio Fair Play, dado para a equipe mais disciplinada.
Eleito o melhor jogador também dos três jogos que a seleção fez na fase de grupos da competição, Neymar só não ficou com essa honraria pessoal na semifinal diante do Uruguai, quando o goleiro Julio Cesar foi eleito o melhor jogador em campo.
Desta forma, ele fechou a Copa das Confederações com a Bola de Ouro do torneio, enquanto a Bola de Prata ficou com Iniesta, seu futuro parceiro de Barcelona. Já a Bola de Bronze foi dada a Paulinho, volante do Corinthians que também fez uma excelente competição, na qual marcou o gol que deu a classificação do Brasil para a final na vitória por 2 a 1 sobre o Uruguai.
Consolação
Dominada pelo Brasil na final deste domingo, a Espanha teve como outro "prêmio de consolação", além da Bola de Prata dada a Iniesta, a Chuteira de Ouro concedida ao espanhol Fernando Torres. Ele terminou a competição como artilheiro, com cinco gols, mesmo número atingido por Fred, que ficou com a Bola de Prata.
Pelo regulamento da competição, quando há empate no número de gols marcados entre dois jogadores, o primeiro critério de desempate é o número de assistências. Torres e o jogador do Fluminense também ficaram empatados neste quesito, com um passe feito por cada um que resultou em gols. Desta forma, a eleição da Chuteira de Ouro foi definida por meio do terceiro critério de desempate, que é o menor número de minutos em campo. Este critério deu vantagem ao espanhol, que jogou 273, contra 423 de Fred.
Já Neymar ficou com a Chuteira de Bronze ao fechar a Copa das Confederações com quatro gols, mesmo número atingido por Abel Hernandez, mas o brasileiro fez duas assistências, contra apenas uma do uruguaio.
Na retomada com a camisa da Seleção Brasileira, Julio Cesar foi eleito o melhor goleiro da Copa das Confederações. Já a Espanha ficou ainda com o prêmio Fair Play, dado para a equipe mais disciplinada.
Copa - Destaque - Futebol
Bancado por Luiz Felipe Scolari nos momentos em que foi contestado, Fred teve um longo e privado diálogo com o jogador ao substituí-lo por Jô. Autor de dois gols na final do último domingo da Copa das Confederações contra a Espanha, o centroavante deixou o torneio como artilheiro, condição que também tem na Era Felipão. O treinador, depois do jogo, falou sobre sua importância.
“O Fred é o definidor. (...) Ele é matador mesmo, ele sabe fazer gol. O que quero do Fred é o que quero do Jô, que ajudou a equipe e teve até a chance de gol. Eu gosto desse tipo de jogador. Nas minhas equipes, gosto de ter o definidor”, disse Felipão.
Antes da partida contra a Itália, pela primeira fase, o jogador vivia cobranças por seu pouco envolvimento com o time. Era pouco acionado pelos companheiros, havia perdido oportunidades e Jô, reserva, tinha feito dois gols contra Japão e México. Felipão, na preleção, prometeu que o titular jogaria 90 minutos, e ele marcou dois diante dos italianos. Após a final, até sua contribuição defensiva foi exaltada.
“É isso que temos falado a todos vocês. Existe a cumplicidade de todos os jogadores. Eles às vezes acrescentam características deles porque são craques. Como fazer a marcação de dois zagueiros, ou deixar e vir nos volantes. Algumas pessoas pensam que é impensável. Ele sabia que nesse tipo de jogo tinha que fazer e fez”.
“O Fred é o definidor. (...) Ele é matador mesmo, ele sabe fazer gol. O que quero do Fred é o que quero do Jô, que ajudou a equipe e teve até a chance de gol. Eu gosto desse tipo de jogador. Nas minhas equipes, gosto de ter o definidor”, disse Felipão.
Antes da partida contra a Itália, pela primeira fase, o jogador vivia cobranças por seu pouco envolvimento com o time. Era pouco acionado pelos companheiros, havia perdido oportunidades e Jô, reserva, tinha feito dois gols contra Japão e México. Felipão, na preleção, prometeu que o titular jogaria 90 minutos, e ele marcou dois diante dos italianos. Após a final, até sua contribuição defensiva foi exaltada.
“É isso que temos falado a todos vocês. Existe a cumplicidade de todos os jogadores. Eles às vezes acrescentam características deles porque são craques. Como fazer a marcação de dois zagueiros, ou deixar e vir nos volantes. Algumas pessoas pensam que é impensável. Ele sabia que nesse tipo de jogo tinha que fazer e fez”.
Copa - Destaque - Futebol

Júlio César conseguiu duas façanhas ontem: pegou o pênalti cobrado por Forlán, que não costuma desperdiçar quando atua pela seleção, e "tomou" de Neymar o prêmio de melhor jogador em campo.
O camisa 12 foi eleito pela Fifa (em votação via internet) o "homem do jogo" e quebrou sequência do astro da seleção. Neymar havia faturado o prêmio nas partidas anteriores.
"Fiquei lisonjeado por ouvir o Mineirão todo gritando meu nome. É um momento muito importante da minha carreira", disse o goleiro. "Mas o mais importante foi a classificação para a final".
Júlio César aproveitou o momento para voltar a cutucar o técnico Mano Menezes, antecessor de Luiz Felipe Scolari no comando da seleção brasileira.
"Depois da Copa de 2010, o outro estafe técnico teve dificuldade para montar uma seleção", afirmou o goleiro, que chegou a ter várias chances com Mano --foi o titular da Copa América da Argentina em 2011, por exemplo.
Mano chegou a chamar 13 goleiros num período de pouco mais de dois anos.
"Com a mudança no estafe técnico, agora fizeram um excelente trabalho. Os jogadores estão fazendo tudo o que a comissão técnica quer", afirmou. "Mas ainda temos muito para fazer, há muita coisa para trabalhar".
Copa - Destaque - Futebol
O zagueiro Diego Lugano, capitão da seleção uruguaia, afirmou que teme "as simulações" de Neymar.
"Ele é muito habilidoso nisso. No mínimo contato, faz um salto um pouco especial", afirmou Lugano, que citou um gol do Brasil contra a Itália, originado de uma falta cavada pelo atacante.
"Espero que o juiz esteja atento com essa habilidade desse grande craque brasileiro", completou o zagueiro.
A seleção brasileira é a que mais fez faltas na primeira fase do torneio --67, em três partidas. "É um recurso tático, o Barcelona do Guardiola também fazia isso", disse o técnico Oscar Tabárez.
Para Lugano, o Brasil "deixou de ser o time do jogo bonito". "Eles jogam duro e batem como os outros, eu joguei aqui por quatro anos e sei como se joga forte aqui."
Tanto o capitão quando o treinador trataram de por pressão sobre o árbitro Enrique Osses. "Ele tem que estar atento", disse o treinador.
Ex-jogador do São Paulo, Lugano evocou ainda o "direito de sonhar" com uma vitória sobre o Brasil nesta quarta-feira.
"A gente sabe que faz décadas que o Brasil não perde um jogo oficial aqui", declarou. "Mas, por respeito a nossa história, à nossa camisa, podemos sonhar com isso. Não seria um desrespeito."
"Ele é muito habilidoso nisso. No mínimo contato, faz um salto um pouco especial", afirmou Lugano, que citou um gol do Brasil contra a Itália, originado de uma falta cavada pelo atacante.
"Espero que o juiz esteja atento com essa habilidade desse grande craque brasileiro", completou o zagueiro.
A seleção brasileira é a que mais fez faltas na primeira fase do torneio --67, em três partidas. "É um recurso tático, o Barcelona do Guardiola também fazia isso", disse o técnico Oscar Tabárez.
Para Lugano, o Brasil "deixou de ser o time do jogo bonito". "Eles jogam duro e batem como os outros, eu joguei aqui por quatro anos e sei como se joga forte aqui."
Tanto o capitão quando o treinador trataram de por pressão sobre o árbitro Enrique Osses. "Ele tem que estar atento", disse o treinador.
Ex-jogador do São Paulo, Lugano evocou ainda o "direito de sonhar" com uma vitória sobre o Brasil nesta quarta-feira.
"A gente sabe que faz décadas que o Brasil não perde um jogo oficial aqui", declarou. "Mas, por respeito a nossa história, à nossa camisa, podemos sonhar com isso. Não seria um desrespeito."
Destaque - Futebol
Se a Copa das Confederações é mesmo um teste para a Copa do Mundo, já se sabe o que não deu certo: as condições climáticas são, até aqui, um dos grandes percalços na trajetória especialmente dos europeus. No ano que vem, as reclamações de Espanha e Itália serão potencializadas por outras 11 seleções do continente que virão ao Brasil. O forte calor e alto nível de umidade em algumas cidades-sede do Mundial prometem exigi-los ao máximo após as habituais e exaustivas temporadas por seus clubes. Com o agravante de que alguns jogos no Nordeste serão disputados às 13h (no horário local), três horas a menos do que as habituais 16h de 2013. E aí não há São Pedro que dê jeito.
Para se ter noção da dimensão do problema basta voltar até o último domingo. Debaixo de um sol escaldante, Espanha e Nigéria fizeram o último jogo da fase de grupos no Castelão, em Fortaleza. Os termômetros apontavam oficialmente 29ºC, mas a sensação dentro do estádio era de que os dois disputavam uma partida dentro de uma sauna seca. A analogia foi feita inclusive pelo zagueiro Piqué, no contato com a imprensa na zona mista após a partida. O lateral-esquerdo Jordi Alba, autor de dois gols, contou que seus pés pareciam estar queimados.
Na opinião do técnico Vicente del Bosque, o clima foi um adversário tão árduo quanto a Nigéria. Se a Espanha não jogou como costuma e cedeu espaços aos africanos, o treinador acha que a explicação passa pelo calor.
- É impossível jogar com intensidade todo o jogo em condições como essa. Tivemos dois grandes rivais, a Nigéria e um enorme ar sufocante. Jogar nesse ritmo por 90 minutos é impossível – argumentou.
Já o zagueiro Sergio Ramos talvez não soubesse que em 2014 terá de ir a campo mais cedo se o sorteio não for amigo dos espanhóis. Muito provavelmente será obrigado a abandonar a tradição de atuar com mangas longas, tal qual Piqué. Ainda assim, manteve uma postura digna em seu discurso.
- Foi muito duro o jogo contra a Nigéria e talvez tenha sido o mais complicado pelo rival e pelo calor, mas é o mesmo para todos. O Mundial será aqui e não somos crianças mimadas nem reclamonas. Não viemos para cá pela festa, e sim para tratar de ganhar a competição.
Para se ter noção da dimensão do problema basta voltar até o último domingo. Debaixo de um sol escaldante, Espanha e Nigéria fizeram o último jogo da fase de grupos no Castelão, em Fortaleza. Os termômetros apontavam oficialmente 29ºC, mas a sensação dentro do estádio era de que os dois disputavam uma partida dentro de uma sauna seca. A analogia foi feita inclusive pelo zagueiro Piqué, no contato com a imprensa na zona mista após a partida. O lateral-esquerdo Jordi Alba, autor de dois gols, contou que seus pés pareciam estar queimados.
Na opinião do técnico Vicente del Bosque, o clima foi um adversário tão árduo quanto a Nigéria. Se a Espanha não jogou como costuma e cedeu espaços aos africanos, o treinador acha que a explicação passa pelo calor.
- É impossível jogar com intensidade todo o jogo em condições como essa. Tivemos dois grandes rivais, a Nigéria e um enorme ar sufocante. Jogar nesse ritmo por 90 minutos é impossível – argumentou.
Já o zagueiro Sergio Ramos talvez não soubesse que em 2014 terá de ir a campo mais cedo se o sorteio não for amigo dos espanhóis. Muito provavelmente será obrigado a abandonar a tradição de atuar com mangas longas, tal qual Piqué. Ainda assim, manteve uma postura digna em seu discurso.
- Foi muito duro o jogo contra a Nigéria e talvez tenha sido o mais complicado pelo rival e pelo calor, mas é o mesmo para todos. O Mundial será aqui e não somos crianças mimadas nem reclamonas. Não viemos para cá pela festa, e sim para tratar de ganhar a competição.
Copa - Futebol
Nesta segunda-feira, um dos maiores personagens desta edição da Copa das Confederações teve de se despedir precocemente. O atacante de ascendência africana, que vez por outra se envolve em confusões extra-campo e adora proferir frases polêmicas à mesma medida em que desbanca defesas, Balotelli, foi cortado da seleção italiana, vitimado por uma lesão na coxa esquerda no jogo contra o Brasil.
Assim, o torneio de seleções, e, em consequência, a torcida cearense, que iria vê-lo em campo na próxima quinta-feira, diante da Espanha, no Castelão, acaba perdendo uma de suas figuras mais pitorescas.
O atacante e artilheiro da Azzurra na Copa das Confederações, com dois gols, Mario Balotelli fez alguns testes que mostraram uma lesão de primeiro grau, que o tirou do torneio. O atleta embarcou para a Itália ainda na noite de ontem.
"A final da Copa das Confederações será no Maracanã e a Copa do Mundo, no Brasil. Quero deixar claro: não há um plano B".
Assim, o torneio de seleções, e, em consequência, a torcida cearense, que iria vê-lo em campo na próxima quinta-feira, diante da Espanha, no Castelão, acaba perdendo uma de suas figuras mais pitorescas.
O atacante e artilheiro da Azzurra na Copa das Confederações, com dois gols, Mario Balotelli fez alguns testes que mostraram uma lesão de primeiro grau, que o tirou do torneio. O atleta embarcou para a Itália ainda na noite de ontem.
"A final da Copa das Confederações será no Maracanã e a Copa do Mundo, no Brasil. Quero deixar claro: não há um plano B".
Copa - Destaque - Futebol
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