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Médicos de pelo menos 16 estados e do Distrito Federal devem suspender nesta terça-feira (30) os atendimentos na rede pública e privada de saúde, segundo previsão da Federação Nacional dos Médicos (Fenam).

A expectativa é de que na quarta (31) ocorram protestos em outros quatro estados. A greve é para marcar posição da categoria contra decisões do governo federal, como a contratação de profissionais estrangeiros pelo programa Mais Médicos e os vetos à legislação do Ato Médico, que estabelece as atribuições dos profissionais de medicina.

Apesar da greve, a Fenam, que representa 53 sindicatos ligados à classe médica, informou que orientou para que casos de urgência e emergência sejam atendidos. Os clientes de planos de saúde também serão afetados pela greve. É segunda vez, em um intervalo de uma semana, que a categoria cruza os braços em protesto contra decisões do governo federal.

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O Ministério da Saúde brasileiro está focando excessivamente na falta de médicos e deveria seguir o exemplo de países que investiram na formação de agentes comunitários e enfermeiras como forma de preencher gargalos no atendimento à população.

Essa é a opinião de Ilona Kickbusch, diretora do Programa de Saúde Global do Instituto Universitário de Altos Estudos Internacionais (IHEID, na sigla em francês), em Genebra.

A especialista vê o Sistema Único de Saúde (SUS) como "modelo internacional quando o assunto é cobertura universal de saúde", mas prevê a necessidade de um novo plano nacional de saúde que desenvolva um sistema "mais horizontal, menos focados em médicos, mais participativo, que use tecnologias de maneiras inovadoras e seja mais voltado para prevenção".

"O governo federal precisa agora traçar um plano envolvendo a sociedade civil, as autoridades locais, as associações de profissionais de saúde. Assim como aconteceu uma iniciativa histórica para a criação do SUS, é momento de uma forte mudança nacional, não bastam atos simbólicos" disse ela à BBC Brasil.

Para Kickbusch, o programa Mais Médicos, que visa levar profissionais para regiões necessitadas e prevê a contratação de até 12 mil médicos - que eventualmente poderão ser estrangeiros - tem foco exacerbado nos médicos.

"A questão não é apenas sobre médicos, mas sobre agentes de saúde comunitários, enfermeiras e outros profissionais de saúde. Até porque grande parte dos problemas de saúde do Brasil hoje são doenças crônicas, para as quais o tratamento ou prevenção não necessariamente necessitam de um médico", disse.

Experiência escandinava

Ela cita como exemplo a experiência dos países escandinavos, que nos últimos dez anos têm investido crescentemente na ampliação do quadro de profissionais de saúde comunitária.

Segundo a especialista, é raro que médicos estejam dispostos a servir em áreas remotas ou rurais. Estimativas da OMS mostram que a oferta de médicos em áreas urbanas é de oito a dez vezes maior que nas zonas rurais.

A ideia de obrigar médicos e estudantes de medicina a trabalhar em áreas remotas, que está sendo contemplada no Brasil com um projeto em andamento no Congresso, encontrou resistência em outros países, como conta Jesse Bump, professor do Departamento de Saúde Internacional da Universidade de Georgetown, em Washington.

"É difícil ter esquemas ou políticas que obriguem os médicos a trabalhar em áreas rurais ou remotas. Alguns países tentaram isso, o Egito foi um deles, mas é muito difícil porque as pessoas têm direito de liberdade de movimento, é um assunto delicado".

Países como África do Sul optaram por trazer médicos cubanos ao país, por não conseguirem incentivar médicos a se estabelecer em áreas rurais.

"Houve muita reclamação das associações de médicos sul-africanos, de que isso iria prejudicar o mercado nacional. Os mesmos argumentos que se ouve hoje no Brasil", diz Bump.

Para o Brasil, na opinião de Bump, a eventual opção pela contratação de médicos cubanos seria apenas uma solução "para mitigar a situação, por dois ou três anos".

"No longo prazo, é preferível o investimento em profissionais locais. É preciso um plano nacional que preveja a saída dos profissionais cubanos e o que acontecerá depois. A medida dá uma janela de três a cinco anos para o governo estabelecer uma estratégia nacional que deve incluir a dimensão educacional", complementa Kickbush.

Clínica geral x especialização


A preferência dos profissionais pela especialização - mais rentável - em detrimento do atendimento como clínico geral tem sido um problema para o Ministério da Saúde, mas também causa dores de cabeça em outros países.

Kickbush diz que "ninguém quer ser clínico geral, isso acontece aqui na Suíça, no Quênia, no Brasil, em todo lugar". "A profissão de médico hoje valoriza as especializações, há poucos clínicos gerais e eles não são valorizados".

Ela propõe soluções como as implementadas na China, que prevê incentivos para o trabalho em áreas rurais.

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Dos pontos que foram questionados, o primeiro é a contratação de médicos estrangeiros sem a revalidação do diploma e sem a exigência de comprovação do domínio da língua portuguesa. Para o CFM, a falta desses critérios põe em risco a saúde da população e por isso a instituição não quer que os conselhos regionais de medicina sejam obrigados a conceder o registro provisório para os médicos que aderirem ao programa do governo.

O CFM também diz que o governo criou subcategorias de profissionais porque os médicos contratados só poderão atuar em áreas restritas, como nas periferias das grandes cidades e no interior do país. E também diz que o programa não poderia ter sido criado por medida provisória por falta de urgência que justifique a edição de MPs.

Segundo o CFM, a ação foi protocolada na Justiça na última sexta-feira (19).

Por Mídia News
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No Ceará, 1.118 pessoas aguardam por transplante de órgãos. Dentre elas, 11 crianças e adolescentes. Mesmo com 554 transplantes realizados no primeiro semestre e 20,4 doadores efetivos - o que deixa o Estado em terceiro lugar no País -, a espera é uma agonia para o sistema de saúde, seja pacientes, profissionais, famílias ou gestores.


Das 11 crianças e adolescentes que aguardam transplante, sete precisam de um coração e quatro de rim. No Hospital de Messejana (HM), referência em transplante cardíaco, a ala pediátrica guarda a espera de sete famílias.


Neide Vidal está há um ano na unidade com o filho Murilo Emanoel Aguiar, de um ano e meio. Com uma cardiopatia congênita grave, a família do menino, que é de Castanhal, no Pará, veio para Fortaleza. A estada de um ano se divide entre a enfermaria e a Unidade de Terapia Intensiva (UTI).


Outras quatro crianças estão sendo preparadas para endossar a lista de espera por uma ligação que anuncie um coração. Após a indicação da necessidade de transplante, os pacientes passam por avaliações do serviço social e psicologia e exames variados.


Segundo a coordenadora do serviço de transplante cardíaco pediátrico do Hospital de Messejana, Klebia Castelo Branco, o transplante é a última opção terapêutica, quando nenhum tratamento clínico ou cirúrgico pode ser oferecido ao paciente.


A médica lembra que a doação de órgãos em crianças enfrenta duas questões centrais: o menor número de mortes encefálicas em crianças (uma vez que costumam acontecer em decorrência de acidentes, episódios de violência e politraumatismo) e o aspecto psicológico das famílias ao perder uma criança.


Por isso, ela indica a necessidade de mais campanhas e informação sobre o tema, caminhos para a sensibilização e viabilização de doações.

Solidariedade



Entre esperas, também existem histórias daqueles que, agora, vislumbram um caminho de mais qualidade de vida e saúde, apesar da necessidade de acompanhamento médico e medicação para o resto da vida.


Em março, Wesley Duarte, 15 anos, passou por um transplante de coração e de rim no Hospital de Messejana, após dois anos de problemas graves de saúde. A família, natural de Icó, precisou passar longos meses na Capital para buscar uma saída para Wesley, que só foi possível com o duplo transplante.


A alta hospitalar foi no fim de maio e, agora, a volta para a cidade natal é ansiada e preparada pela mãe, Virleide Duarte, que lembra com gratidão dos médicos e equipes dos hospitais pelos quais o menino passou. Outras voltas para casa e para uma vida com qualidade dependem da solidariedade da doação de órgãos.

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É antigo o ditado que diz que “o bolso é o órgão mais sensível do corpo humano”. A OMS acaba de divulgar estudo comprovando que o aumento do valor dos impostos pagos pela indústria do tabaco e a decorrente majoração no preço do maço ao consumidor são as “melhores estratégias para se reduzir o número de fumantes em todo o mundo”. Segundo a pesquisa, cerca de 3,5 milhões de mortes por causa do cigarro foram evitadas nos últimos anos nos 41 países que adotam o método de jogar o preço da fumaça nas nuvense o vício no chão.

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A prática de mamar na primeira hora de vida está fortemente associada à redução do uso de utensílios como chupeta e mamadeira ao longo da infância. É o que aponta um estudo da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. O nascimento em Hospital Amigo da Criança e o acompanhamento na rede básica do SUS foram fatores que também influenciaram o menor uso dos chamados "bicos artificiais".

A pesquisa da fonoaudióloga Gabriela Buccini buscou explorar os determinantes do uso de chupeta e mamadeira em crianças menores de um ano nas capitais brasileiras e no Distrito Federal. Os determinantes são fatores que se associam ao maior uso dos utensílios pesquisados.

— Buscamos explorar os fatores individuais, ou seja, dos bebês, das mães e os fatores socioeconômicos e da característica dos serviços de saúde, o ponto de inovação da linha de pesquisa — conta Gabriela.

Com relação aos serviços de saúde, foram analisados se os tipos de serviços, público ou privado, influenciariam ou não no uso dos utensílios. Segundo a pesquisadora, o estudo se voltou para o uso de
chupeta e mamadeira devido às consequências que essa prática traz para a saúde da criança, causando problemas como respiração bucal, alteração da linguagem, redução no tempo de aleitamento materno, otite (inflamações no ouvido), que impactam de forma negativa em toda a qualidade de vida da criança.

— Além disso, dentro de todo o desenvolvimento dos utensílios da humanidade, a chupeta e a mamadeira foram assumindo características prioritárias — ressalta a fonoaudióloga.

Para Gabriela, apesar das medidas de controle e normatização do marketing, com o avanço da tecnologia, a cada dia têm-se novos formatos e modelos de mamadeiras e chupetas que promete aos que consomem, os pais e os bebês, maior segurança, tranquilidade, conforto e comodidade:

— Estamos na era das 'urgências' e da descartabilidade. Essa concepção traz à luz uma importante reflexão sobre a função da chupeta e da mamadeira nas relações estabelecidas no mundo pós-moderno.

Foram coletadas informações de um estudo epidemiológico transversal que utilizou o banco de dados da "II Pesquisa de Prevalência de Aleitamento Materno nas Capitais e no Distrito Federal (PPAM), realizada em 2008 pelo Ministério da Saúde (MS). Ao todo, 34.366 crianças menores de um ano participaram do levantamento. A pesquisadora apontou que esse estudo é o primeiro a pesquisar os determinantes do uso de bicos artificiais em uma amostra representativa de crianças residentes nas capitais brasileiras. A vantagem desse processo seria a classificação em três categorias, o uso exclusivo de chupeta, o uso exclusivo de mamadeira e o uso de bicos artificiais, o que possibilita o avanço nos conhecimentos sobre a utilização desses utensílios.

Por Diário Catarinense
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Cientistas garantem: com os avanços da medicina, muitos de nós teremos chances de viver até os 120 anos. Agora, será que você em casa está se preparando para envelhecer bem? Foi o que uma pesquisa perguntou a mil brasileiros de quatro capitais. Veja agora o resultado desse levantamento e as dicas pra chegar lá vendendo saúde.

Todos já passaram dos 70. Seu Carvalhinho, de São Luís do Maranhão, tem 72 anos. Dona Palmira, de São Paulo, 82. E Dona Cordelita, do Recife, 83.

Quando as duas nasceram, na década de 30, a expectativa de vida era de 42 anos. Hoje é de 74. Pesquisas na área da saúde e tecnologia prometem uma vida cada vez mais longa e afirmam que uma criança nascida hoje já têm carga genética para chegar aos 120 anos. Será que as pessoas querem viver tanto assim? Mil brasileiros em quatro capitais foram ouvidos numa pesquisa sobre longevidade. E surpresa: os mais velhos têm mais vontade do que os jovens.

Gostaria de chegar até os 120 anos?
Idade sim
Entre 20 e 69 anos 41%
Acima de 70 anos --- 57%

“Os jovens sentem mais dificuldade de se perceber lá. Os idosos têm uma perspectiva melhor da vida; ‘Chegamos aos 70 muito bem, eu quero ir mais, Estou gostando disso’”, explica Dennis Giacometti, responsável pela pesquisa.

“Me sinto como uma pessoa de 25, 30 anos, porque no meu caso eu com 25 não era de nada”, confirma Dona Cordelita.

Cordelita, Palmira e Carvalhinho têm características e comportamentos fundamentais para envelhecer bem. A partir das experiências deles, o Fantástico desenvolveu um manual da longevidade, com a ajuda de três especialistas.

Primeira regra: alimentação. “Tem que comer de tudo sim. Precisa comer carboidrato, proteína, gordura. A proteína é um substrato muito importante para que seja feita a massa muscular”, recomenda a nutricionista gerontóloga da Unifesp Myriam Najas.

É a massa muscular que dá as condições para a segunda regra da longevidade: atividade física! “Todo tipo de exercício é indicado”, diz Myriam.

“Ele não volta a ser jovem, mas ele perpetua sua capacidade por um longo período de vida”, diz o médico geriatra da USP Wilson Jacob Filho.

A Dona Palmira faz esteira, bicicleta e levanta peso. “Você ganha agilidade para você poder se mexer”.

Seu Carvalhinho gosta de dançar. “A alegria que tenho é essa que todo mundo testemunha, observa e aplaude”. A dança é tão animada que faz sucesso na internet.

A Dona Cordelita também se movimenta. Faz seu exercício no nado sincronizado. “A gente fica com as carnes rígidas”, diz.

Os cuidados não podem ser só com o corpo. Nessa idade, a cabeça fica cheia de medos.
A pesquisa sobre longevidade mostra solidão, dependência e doença como as principais preocupações.
Principais medos da longevidade
69% ficar doente
57% depender de alguém
31% ficar sozinho

“Dependência da família, tanto fisicamente quanto economicamente, emocionalmente. Outro medo: a perda dos amigos”, afirma Giacometti.

Amigos? Dona Palmira está rodeada, sempre. Dá aula de artesanato. O convívio social é outra dica importante. Seu Carvalhinho preferiu não largar o trabalho. “Para manter a mente boa, você continua trabalhando, interagindo com a sociedade”.

Saber se adaptar às mudanças é outro ponto fundamental. “O quanto você consegue se adaptar com aquilo que é inerente ao processo de envelhecimento”, afirma Valmari Cristina Aranha, psicóloga da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia de São Paulo.

Quando ficou viúva, há sete anos, Dona Palmira não caiu em depressão. Foi viajar. Saltou de paraquedas. Começou uma nova fase.

“Meu coração está maravilhoso, em todos os sentidos”.

O responsável? Seu Alberto, o namorado de 86 anos.

“O interesse sexual, o interesse pelo companheiro ou pela companheira, são sem sombra de dúvida um demonstrativo de que os hormônios estão funcionando”, avalia o geriatra.

Viver bastante tem mesmo suas compensações. A maior parte dos entrevistados da pesquisa quer aproveitar o tempo a mais para viajar, cuidar de si mesmo e descansar.

O que faria com esse tempo a mais?

52% viajariam
46% cuidariam de si mesmo
40% descansariam
14% se dedicariam à família

“Ficar tranquila junto com meus netos, bisnetos, isso é o que eu desejo na minha vida. E envelhecer, porque eu não sou velha não”, diz Cordelita.

Não adianta achar que tem manual pra viver bem aos 70, 80, sem fazer nada antes de chegar lá.

“É importante pensar que você vai viver mais e se preparar para isso. Não só guardando dinheiro, acumulando saúde, mas cuidando da sua vida afetiva, construindo vínculos saudáveis, desenvolvendo algum hobby. Se você tira o trabalho do indivíduo, o que sobra?”, recomenda Valmari.

Por Fantástico
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Três bases móveis de videomonitoramento do programa do Governo Federal “Crack, é Possível vencer” devem ser vistas nos próximos dias em Fortaleza. Uma ficará no Centro, outra no Grande Bom Jardim e uma terceira no bairro Serviluz. Cada base está equipada com 20 câmeras fixas, 50 pistolas de condutividade elétrica, 150 espargidores (sprays) de pimenta, além de contar com o apoio de duas viaturas e duas motocicletas.

As câmeras farão o monitoramento do território onde a base estiver, tentando identificar traficantes e mapeando o fluxo de atividades criminosas. Os equipamentos devem trabalhar no fortalecimento das ações policiais, mas sem um viés repressivo.

As bases chegam hoje a Fortaleza e, junto com todo o equipamento de apoio, custaram mais de R$ 6 milhões. “Os equipamentos de segurança são importantes e estamos entregando-os impondo a condição de que o trabalho (ações policiais) ocorra dentro dos limites dos direitos humanos”, salientou a secretária nacional de segurança pública do Ministério da Justiça, Regina Miki.

Regina enfatizou que as armas (tidas como não letais) não estão sendo entregues para serem usadas contra os usuários de drogas, mas para atuar na defesa dos profissionais de segurança pública e das bases em casos extremos de violência.

As bases ficarão sob posse da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS). De acordo com a assessora de políticas públicas sobre drogas do Ceará, Socorro França, a SSPDS também terá de criar metas para dar sentido ao uso dos equipamentos.

Outras ações devem ser implantadas até 2014 explorando outros nichos no combate e prevenção ao uso de drogas e na assistência aos usuários. Segundo a titular da Coordenadoria de Políticas Sobre Drogas da Prefeitura de Fortaleza, Juliana Sena, as escolas do Município deverão atuar na prevenção. “Professores já estão sendo treinados e materiais estão sendo elaborados”, destacou. A Guarda Municipal também deve entrar em ação com trabalhos preventivos em pontos estratégicos.

Por O Povo
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